Está cada dia mais difícil concorrer com os celulares na busca pela atenção das outras pessoas. Eles são muito mais cativantes, versáteis e interessantes que nós, pobres seres humanos.

Afinal, eles não discordam da gente. Só mostram o que pedimos. Brilham nos olhos e nos permitem abstrair de nosso entorno. Esquecer nossos problemas, esconder nossas limitações e parecermos perfeitos…

Mas atenção! Não são eles -os smartphones – que liquidam nossos boletos. A vida real – aquela em que precisamos plantar para colher – demanda relações, trocas, doações… com outras pessoas.

Dessas interações saem nossas cognições, visões de mundo, compreensões, enfim, as maneiras com as quais construímos as bases que geram nosso modo de reagir aos problemas, desafios e demandas do dia a dia.

Bora se atentar mais para as chamadas e dena das da vida e menos para os encantamentos smartphonicos!