Já sabemos que temos uma capacidade limitada de atenção e que devemos agir em prol de que seu consumo seja o mais eficaz, tanto para nós quanto para nosso entorno e os demais. Para que esse consumo aconteça, acabamos escolhendo alvos, que podem estar dentro ou fora de nós. Apresentamos aqui um gráfico que busca apresentar os possíveis pontos em que podemos nos situar em termos do consumo de nossa atenção.

Há 4 quadrantes entre o dispêndio de atenção para dentro de si e para o ambiente externo. Em cada um se revela um perfil que representa como a pessoa está se comportando perante a vida e esse perfil pode dizer muito sobre o como ela está sendo eficaz em termos de sua evolução pessoal e sua contribuição para o todo.

Vamos entender esses quadrantes:

O quadrante 1 (O alienado) demonstra escassez. Subutilização da capacidade de atenção. Um perfil de alta distração, quase como de um alheio perante a própria vida e o mundo a sua volta. Um grande desperdício e perda de tempo viver nesse quadrante.

O quadrante 2 ( O Exibido) mostra situações em que há um excesso de foco no externo e caixa compreensão de si mesmo. Tende a ser um comportamento que revela baixa-estima e um certo vazio interior por falta de autoconhecimento e esforço de evolução. Uma vida de aparências e pouca evolução do ser.

O quadrante 3 (O Monge) é o inverso do 2. O excesso aqui é no para dentro. Um mergulho em si, com uma baixa conexão com o mundo. Um heremita ou monge que vive em seu mosteiro. Muita conexão com si mesmo, porém sem socialização ou repasse desse crescimento e evolução interior.

O quadrante 4 (O Líder) apresenta um equilíbrio em termos do uso da atenção básica duas direções. Percebe-se uma conexão ativa com o mundo e o entorno de si, aliada a um esforço de autoconhecimento e de se tornar alguém mais centrado e ciente de suas possibilidades. Porem, tendendo a compartilhar esse potencial com as outras pessoas.

Onde você se coloca?