As experiências de recrutamento & seleção de impacto, que respondem pela #EmployerBranding, apontam que um líder em momentos de crise precisa estar habilitado a desenvolver – e bem – alguns papéis. Dentre estes, se destacam: a habilidade em dar feedbacks; reconhecer méritos; tomar decisões de qualidade; estimular a inteligência coletiva; reconhecer os limites pessoais; ser um exemplo; estimular as pessoas e trabalhar em conjunto com seu time.

Vamos agora colocar a lente da Gestão da Atenção para analisar estes papéis. É interessante notar que todos exigem do líder uma atenção de qualidade. Afinal, o ato de dar feedback é consequência do líder ter dado atenção ao procedimento de um de seus liderados, encontrando pontos de melhora a serem repassados. Também há atenção do líder quando percebe méritos em algum de seus membros de equipe e os reconhece publicamente.

O reconhecimento dos próprios limites também é um exercício de sua atenção para si, identificando até onde pode e deve ir. O ato de estimular as pessoas é uma prática atencional de saber quem, como, onde e de que modo gerar maior interesse e motivação entre os subordinados. Trabalhar junto com a equipe significa que ele percebe – está atento a seu papel – como pode se integrar à prática dos demais de modo agregador e eficaz.

Tomar boas decisões está na essência de um bom gestor da atenção. Afinal, decidir tem a ver com perceber, entender, analisar e escolher opções e sem atenção, elas são pobres e o processo pode ser ineficaz. Ser exemplo, significa ter a devida atenção para que suas ações, decisões, posturas e atitudes sejam sempre coerentes, corretas e inspiradoras e isto demanda atenção para se manter no trilho. E, por fim, a ação de estimular a inteligência coletiva vem de uma prática atenta à inteligência disponível, sua integração, composição e potencialização. Ou seja, é um exercício atencional do líder perante sua equipe para que esteja atuando sempre em busca de que a sinergia das inteligência ocorra na direção dos objetivos organizacionais.

Bom, tudo isto foi colocado para que a questão da boa prática atencional dos lideres possa ser vista com a devida importância! O paradigma de que a atenção simplesmente acontece do melhor modo possível é uma falácia! Não somos por natureza bons gestores da atenção. É uma habilidade a ser desenvolvida para que se torne uma competência real, prática e eficaz.

Portanto, se sua organização quer estar no top tranding da #EmployerBranding precisa antes ter colocado em seu radar a importância prévia e essencial de desenvolver seus líderes e liderados na arte de gerenciar a atenção!


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